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AGEDAM fortalece articulação do setor durante a Envase Brasil 2026
A participação da AGEDAM na Envase Brasil consolidou mais uma importante agenda de integração, atualização técnica e fortalecimento institucional do setor produtivo de água mineral.

Realizada em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, a feira reuniu empresas, fornecedores, especialistas e lideranças da cadeia de bebidas e alimentos, em um ambiente voltado à inovação, tecnologia e geração de negócios. A edição de 2026 contou com cerca de 140 marcas expositoras e expectativa de movimentar mais de R$ 120 milhões em negócios.
Durante a programação, a AGEDAM promoveu encontros estratégicos, aproximando associados de fornecedores, especialistas técnicos e representantes da indústria, ampliando o debate sobre os desafios e as oportunidades do segmento de águas minerais.
Painel debate valorização da água mineral
Entre os destaques da programação esteve o painel “Água mineral, natural por natureza – água não é tudo igual”, mediado pelo presidente da AGEDAM, Éverton Netto, com participação de Luis Gustavo da Silva Buske e Caroline Dani. O debate integrou a agenda oficial da feira e abordou a percepção sensorial, a origem e as características que diferenciam a água mineral de outras categorias de bebidas.

O painel também trouxe reflexões sobre o crescimento da cultura da sommellerie no Brasil e o papel do conhecimento técnico na valorização da experiência do consumidor. Foram discutidos aspectos como mineralidade, composição físico-química, gaseificação, análise sensorial e o conceito de identidade natural das águas minerais.
Ao longo da conversa, ficou evidente que a água mineral vem conquistando espaço em discussões antes concentradas em outras bebidas, reforçando a necessidade de comunicação qualificada e maior percepção de valor sobre o produto.
Visita técnica à Zegla promove integração entre associados e indústria
Durante a feira, os empresários associados à AGEDAM também participaram de uma visita técnica à Zegla, tradicional indústria de máquinas e equipamentos voltados ao setor de bebidas.
Os participantes foram recebidos pelo presidente da empresa, Antônio Carlos Stringhini, e pelo comercial Cássio Cusin, que apresentaram o posicionamento da empresa, tendências de mercado e perspectivas para o futuro da indústria de bebidas.

Na sequência, os associados conheceram o parque industrial da empresa, acompanhando etapas produtivas, setores de desenvolvimento e equipamentos em fase final de montagem e entrega. A programação foi encerrada com um almoço de confraternização, fortalecendo o relacionamento entre os participantes e estimulando novas oportunidades de negócios e parcerias.
Atualização regulatória esteve entre os temas debatidos
Outro momento importante da participação da AGEDAM foi a presença de Marco Aurélio Ronchi, diretor da Kitlabor, empresa especializada na comercialização de produtos para laboratórios, e do Laboratório Biológico, que atua na realização de análises químicas e microbiológicas.

Na oportunidade, Marco Aurélio abordou os impactos da Resolução ANM nº 193/2024 sobre o cadastro e habilitação de laboratórios, tema que vem gerando dúvidas, conflitos regulatórios e dificuldades operacionais para empresas e órgãos públicos.
Segundo ele, o novo cenário exige alinhamento técnico e institucional para garantir maior segurança jurídica e previsibilidade às empresas do setor mineral e de águas minerais.
As empresas Kitlabor e Laboratório Biológico também manifestaram apoio às discussões conduzidas pelo setor produtivo de água mineral na busca por soluções que contribuam para a regularização da situação e para o fortalecimento das relações entre empresas, laboratórios e poder público.
Participação reforça compromisso institucional da AGEDAM
A presença da AGEDAM na Envase Brasil reforça o compromisso da entidade com a atualização técnica, a integração empresarial e a defesa institucional do setor produtivo de água mineral.



Mais do que acompanhar tendências e tecnologias, a participação da associação demonstra a importância de construir espaços de diálogo capazes de aproximar indústria, fornecedores, especialistas e órgãos envolvidos na cadeia produtiva.
Em um cenário de mudanças regulatórias, transformação de mercado e evolução do comportamento do consumidor, iniciativas como essa contribuem para ampliar conhecimento, fortalecer relacionamentos e posicionar a água mineral de forma cada vez mais qualificada dentro do setor de bebidas.
Pioneiro destaca crescimento do consumo de água mineral e a expansão do setor no Brasil
O setor de águas minerais foi destaque em ampla reportagem publicada pelo jornal Pioneiro, na editoria de Economia, abordando o crescimento expressivo do consumo de água mineral no Brasil, os novos hábitos da população e os impactos climáticos que vêm modificando o comportamento do consumidor.
A matéria apresentou dados da Agência Nacional de Mineração (ANM), que apontam recorde histórico na comercialização de água mineral no país. Em 2024, o Brasil atingiu a marca de 18,1 bilhões de litros vendidos, praticamente dobrando o volume registrado em 2018.

Representando a Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral (AGEDAM), o presidente Éverton Steyer Netto destacou ao jornal que o setor vive um momento de expansão consistente e estrutural, impulsionado tanto pela conscientização da população quanto pela capacidade das indústrias de se modernizarem para atender à demanda crescente.
Segundo ele, as empresas vêm investindo fortemente em tecnologia, automação e produtividade, preparando-se para um cenário de crescimento contínuo do mercado nos próximos anos.
A reportagem também enfatizou a mudança no perfil do consumidor brasileiro. Conforme destacou Steyer Netto, as novas gerações possuem uma relação mais consciente com alimentação e saúde, priorizando produtos naturais e observando cada vez mais a qualidade do que consomem diariamente.



Outro ponto relevante abordado na matéria foi o impacto das estiagens e dos eventos climáticos extremos no aumento do consumo de água mineral. O presidente da AGEDAM explicou que, em períodos de seca, alterações sensoriais na água distribuída pelos sistemas convencionais de abastecimento acabam levando muitos consumidores a buscar alternativas de maior confiança e qualidade.
Além disso, a reportagem relembrou que as enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul também provocaram mudanças importantes nos hábitos de consumo da população. Muitas pessoas que passaram a consumir água mineral durante o período emergencial mantiveram posteriormente esse hábito no dia a dia.
O jornal também trouxe como exemplo a operação da empresa Santa Justina, de Caxias do Sul, mostrando o processo de captação, armazenamento e envase da água mineral diretamente da fonte até a distribuição ao mercado.

Durante a entrevista, o empresário Carlos Rando observou que o consumo aumenta especialmente em períodos quentes e secos, destacando que a estiagem impacta ainda mais a demanda do que o próprio calor intenso. Ele também apontou o crescimento da procura por água com gás, tendência associada a consumidores que buscam substituir refrigerantes e bebidas açucaradas por alternativas mais saudáveis.
A reportagem ainda evidenciou os rigorosos padrões técnicos e sanitários exigidos no setor de águas minerais. Foram apresentados detalhes sobre o uso de equipamentos em aço inoxidável, os processos de envase e as características naturais da água captada em aquíferos profundos da Serra Gaúcha.
Outro tema abordado foi o impacto econômico internacional sobre o setor, especialmente relacionado ao custo do plástico utilizado nas embalagens, matéria-prima derivada do petróleo e influenciada por cenários geopolíticos globais.
Para a AGEDAM, a reportagem possui grande relevância ao levar informação qualificada à sociedade sobre a importância da água mineral como alimento natural, seguro e essencial para a saúde da população, além de evidenciar o papel estratégico desempenhado pelas empresas do setor no abastecimento e na segurança hídrica
Fonte: Jornal Pioneiro – Editoria Economia | Reportagem de Bruno Tomé e Carlos Rollsing | Publicada em 03 de abril de 2026. – https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/04/direto-da-fonte-para-o-envase-consumo-da-agua-mineral-dobra-no-brasil-conheca-como-e-extracao-em-caxias-do-sul-cmni0gll101uw013mjexdivtw.html
ÁGUA NÃO É TUDO IGUAL – ÁGUA MINERAL, É NATURAL POR NATUREZA
A água mineral natural, muitas vezes percebida como um elemento comum no cotidiano, carrega em si uma complexidade que ainda é pouco explorada pelo grande público. Com o objetivo de ampliar esse entendimento e valorizar o setor, a Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral (AGEDAM) promove, no dia 15 de abril, um encontro especial durante a Envase Brasil 2026, em Bento Gonçalves (RS).
Com o tema “Água Mineral, Natural por Natureza – água não é tudo igual”, a atividade será realizada às 15h, na Arena Talks, reunindo especialistas reconhecidos nacionalmente para discutir as características únicas das águas minerais e seu papel crescente na gastronomia contemporânea.
A proposta do encontro parte de um princípio técnico fundamental: cada água mineral possui identidade própria. Essa singularidade é determinada por fatores como a geologia do aquífero, a composição mineral e o percurso natural da água até sua captação. Como resultado, diferentes águas apresentam variações de sabor, textura e sensação em boca — atributos que vêm sendo cada vez mais considerados em contextos gastronômicos de alto nível.

A proposta do encontro parte de um princípio técnico fundamental: cada água mineral possui identidade própria. Essa singularidade é determinada por fatores como a geologia do aquífero, a composição mineral e o percurso natural da água até sua captação. Como resultado, diferentes águas apresentam variações de sabor, textura e sensação em boca — atributos que vêm sendo cada vez mais considerados em contextos gastronômicos de alto nível.
A mediação será conduzida pelo presidente da AGEDAM, Éverton Netto, que receberá dois nomes de destaque no universo da análise sensorial de bebidas.
Entre os convidados está o sommelier Luís Gustavo da Silva Buske, campeão do Concurso Brasileiro de Sommelier de Águas Minerais. Com ampla experiência na área, Buske abordará as diferenças sensoriais entre águas minerais, explicando como fatores como mineralidade e composição influenciam diretamente na percepção gustativa. O especialista também explorará as possibilidades de harmonização entre água, pratos e vinhos — um campo ainda recente, mas em franca expansão.
Também participa do encontro a biomédica Caroline Dani, presidente da Associação Brasileira de Sommeliers – Seção Rio Grande do Sul. Em sua contribuição, Caroline destacará o avanço da cultura da degustação no Brasil, bem como o papel das entidades formadoras na qualificação de profissionais. Um dos pontos centrais será a consolidação da água mineral como elemento estratégico na experiência gastronômica, sendo considerada, cada vez mais, o “match perfeito do vinho” — essencial para limpar o paladar, equilibrar sabores e potencializar a degustação.
A iniciativa da AGEDAM, ao integrar a programação da Envase Brasil, reforça o compromisso da entidade com a valorização da água mineral natural brasileira. Mais do que um produto de consumo diário, a água mineral passa a ser compreendida como um ativo sensorial, cultural e econômico.
Ao promover esse debate, a entidade contribui para ampliar o conhecimento do público, estimular a qualificação do setor e consolidar uma nova percepção sobre a água mineral — baseada em suas características únicas, sua origem natural e seu potencial na construção de experiências gastronômicas diferenciadas.
CARTA ABERTA À CADEIA DE FORNECIMENTO E DISTRIBUIÇÃO
Prezados parceiros,
A AGEDAM – Associação Gaúcha de Empresas de Água Mineral – dirige-se aos fornecedores, prestadores de serviços e canais de distribuição para compartilhar uma preocupação legítima e crescente que vem sendo observada em todo o setor.
O cenário atual é marcado por instabilidade relevante nos custos de insumos, energia e logística, influenciado por fatores externos que fogem ao controle dos agentes locais. Essa realidade já começa a impactar diretamente a estrutura de custos das indústrias e, consequentemente, toda a cadeia de abastecimento.
Nos últimos dias, em diálogo com empresas do setor, tornou-se evidente um ponto de atenção comum: a necessidade de ajustes de preços, por um lado, e a preocupação com seus efeitos futuros, por outro. A experiência recente mostra que movimentos bruscos — especialmente em momentos de incerteza — tendem a gerar distorções difíceis de reverter, afetando tanto a sustentabilidade das operações quanto o equilíbrio do mercado.
Nesse contexto, a AGEDAM reforça a importância de uma atuação responsável e coordenada sob princípios de mercado, considerando os impactos de cada decisão ao longo da cadeia.
A elevação de custos precisa ser tratada com racionalidade e previsibilidade, evitando movimentos abruptos que possam comprometer a estabilidade das relações comerciais. Da mesma forma, reduções excessivas de preços na ponta de distribuição podem gerar desequilíbrios que fragilizam o setor como um todo, afetando margens, investimentos e a própria continuidade do abastecimento.
A água mineral é um produto essencial, e sua disponibilidade regular depende diretamente do funcionamento equilibrado entre fornecedores, indústria e mercado distribuidor. Preservar esse equilíbrio, especialmente em momentos de maior volatilidade, é responsabilidade compartilhada.
Diante desse cenário, reforçamos a importância do diálogo, da transparência e da tomada de decisões com visão de médio e longo prazo, evitando reações imediatistas que possam comprometer a estabilidade do setor.
A AGEDAM permanece à disposição para contribuir com esse processo, apoiando iniciativas que promovam previsibilidade, equilíbrio e sustentabilidade em toda a cadeia.
Cordialmente,
Associação Gaúcha de Empresas de Água Mineral
Canoas – RS, 31/03/2026

Água mineral e saúde: reportagem destaca benefícios dos minerais naturais e esclarece mitos sobre o sódio
Os benefícios da água mineral para o organismo e as características naturais que diferenciam esse produto de outras águas disponíveis para consumo foram tema de reportagem publicada em 7 de março de 2026 no portal GZH, veículo do Grupo RBS. O conteúdo, assinado pelo jornalista Carlos Rollsing, tem o título “Saiba como a água mineral pode contribuir para a saúde” e aborda a presença de minerais naturais, os efeitos no organismo e o controle rigoroso existente na exploração das fontes.

Antes mesmo de chegar ao consumidor, uma fonte de água mineral passa por uma série de estudos técnicos e análises científicas. A pesquisa mineral avalia a estabilidade da composição da água e identifica os minerais presentes, etapa fundamental para confirmar a natureza da fonte. Esses estudos são conduzidos pelo Serviço Geológico do Brasil, responsável pelas análises oficiais que verificam parâmetros físicos, físico-químicos e bacteriológicos das fontes em fase de pesquisa e também durante a lavra.
A regulação da atividade é realizada pela Agência Nacional de Mineração, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, que acompanha desde a fase de pesquisa até a concessão de lavra — autorização necessária para a exploração econômica das fontes. Durante a operação, novas análises oficiais são realizadas periodicamente para garantir a manutenção da qualidade da água mineral.
Uma das características que diferenciam esse produto é justamente a presença de minerais naturais dissolvidos ao longo de seu percurso subterrâneo. A água da chuva infiltra-se no solo e atravessa camadas geológicas de terra e rochas, absorvendo elementos que passam a compor sua estrutura química. Cada fonte possui características próprias, o que explica por que diferentes águas minerais apresentam composições distintas, sempre informadas nos rótulos das embalagens.
Entre os minerais mais comuns encontrados nas águas minerais estão bicarbonato, magnésio e fluoreto, substâncias que podem contribuir para diferentes processos do organismo humano. A nutricionista, química e conselheira do Conselho Regional de Nutrição – 2ª Região, Fabiana Magnabosco de Vargas, explica alguns desses efeitos.
“Temos águas ricas em bicarbonato, que podem melhorar a digestão. A presença do magnésio auxilia no relaxamento muscular e no trato intestinal. E as águas fluoretadas ajudam nas questões dentária e óssea. Esses são os minerais que mais aparecem, sobretudo em fontes do Rio Grande do Sul.”
Ela ressalta, no entanto, que o consumo de água mineral deve ser compreendido dentro de um conjunto de hábitos saudáveis.
“Não é uma coisa só que vai resolver tudo. Precisamos de um conjunto de fatores: hábitos saudáveis, boa alimentação, qualidade de sono e atividade física. A água é importante nesse contexto. Precisamos dela para sobreviver e para vários processos do corpo.”
Outro ponto destacado é que a água mineral natural é envasada exatamente na forma como é encontrada nos reservatórios subterrâneos. Durante o processo industrial não ocorre adição nem retirada de elementos químicos, o que preserva suas características naturais. Além dos minerais já citados, a Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral (AGEDAM) destaca a presença de outros componentes, como sulfato e sódio, que também participam de processos fisiológicos do organismo.
A presença de sódio, inclusive, é tema de esclarecimento importante no conteúdo. Muitas pessoas evitam determinadas águas minerais ao observar a indicação desse mineral no rótulo, associando-o automaticamente ao risco de hipertensão. Especialistas alertam, porém, que essa interpretação costuma ser equivocada.
A AGEDAM informa que as águas minerais do Rio Grande do Sul apresentam, em média, cerca de 20 miligramas de sódio por litro. Considerando que a Organização Mundial da Saúde recomenda o limite diário de 2 mil miligramas de sódio para um adulto, seria necessário ingerir aproximadamente 100 litros de água para atingir esse valor apenas por meio da água mineral.
Para Fabiana Magnabosco de Vargas, muitas vezes o consumidor não recebe orientação adequada sobre a interpretação dessas informações nutricionais.
“Quando o paciente recebe diagnóstico de hipertensão, muitas vezes não é orientado da forma correta. Vê a palavra sódio no rótulo da água e decide não tomar. A pessoa não consegue interpretar que o sódio presente na água é muito baixo.”
O presidente da AGEDAM, Éverton Steyer Netto, reforça essa explicação.
“O sódio da água mineral é insignificante para a dieta diária.”
Mesmo com pequenas variações entre diferentes fontes, os níveis de sódio presentes nas águas minerais permanecem muito inferiores aos encontrados em alimentos ultraprocessados. Produtos como temperos industrializados, salgadinhos, embutidos, macarrão instantâneo e refeições congeladas costumam apresentar concentrações significativamente mais altas desse mineral.
Além de contribuir para a hidratação, o sódio presente naturalmente na água mineral participa de processos importantes do organismo, como o funcionamento do sistema nervoso, os batimentos cardíacos e a absorção de água pelas células.
O conteúdo também traz um dado relevante sobre o comportamento do mercado brasileiro de bebidas. A partir do cruzamento de informações da Agência Nacional de Mineração e do Ministério da Agricultura e Pecuária, verifica-se que a água mineral ultrapassou os refrigerantes em volume no país. Em 2024, foram comercializados 18,1 bilhões de litros de água mineral, enquanto a produção de refrigerantes e água tônica atingiu 15,9 bilhões de litros.
Esse movimento reforça uma tendência observada nos últimos anos: a busca crescente por alternativas consideradas mais naturais e alinhadas a hábitos de vida mais saudáveis.
A íntegra do conteúdo pode ser acessada no portal GZH pelo link:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2026/03/saiba-como-a-agua-mineral-pode-contribuir-para-a-saude-cmmexc00x01ud016akyk0e6do.html
Fonte: GZH / Grupo RBS
Autor: Carlos Rollsing
Publicação original: 7 de março de 2026.
Da natureza à mesa: reportagem da GZH explica como nasce e chega ao consumidor a água mineral natural
O crescimento do consumo de água mineral no Brasil e as características naturais que diferenciam esse produto foram tema de reportagem publicada em 7 de março de 2026 no portal GZH, do Grupo RBS. Assinado pelo jornalista Carlos Rollsing, o conteúdo intitulado “Das profundezas do solo para o cotidiano: entenda como é extraída e envasada a água mineral natural” apresenta ao público uma explicação detalhada sobre a formação da água mineral, seu processo de captação e o crescimento do setor no país.

Dados da Agência Nacional de Mineração mostram que o mercado brasileiro segue em expansão. Em 2024, o volume comercializado alcançou 18,1 bilhões de litros, recorde histórico e número que representa aproximadamente o triplo do registrado em 2010. O avanço do consumo está relacionado, entre outros fatores, à mudança de hábitos da população e à busca por produtos naturais associados a estilos de vida mais saudáveis.
O comportamento do mercado também apresenta forte sazonalidade. Durante os meses mais quentes do ano, especialmente entre dezembro e março, o consumo aumenta significativamente em razão das altas temperaturas e da maior realização de eventos ao ar livre. De acordo com a Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral (AGEDAM), nesse período o volume comercializado pode crescer entre 20% e 40%.
Para o presidente da entidade, Éverton Steyer Netto, o setor tem se preparado para acompanhar essa expansão.
“Apostamos em crescimento maior nos próximos anos. As indústrias se prepararam para atender o mercado, com tecnologia e automação para ter mais produtividade”, afirma.
A origem da água mineral também recebe destaque na publicação. O processo começa com o ciclo natural da água: o calor do sol provoca a evaporação da água presente em mares, rios e lagos, formando nuvens na atmosfera. Com as chuvas, parte dessa água infiltra-se no solo e percorre camadas de terra, cascalho e rochas, absorvendo minerais ao longo do caminho.
Ao atingir maiores profundidades, a água se acumula em reservatórios subterrâneos conhecidos como lençóis freáticos. É nesses ambientes naturais que se formam as fontes de água mineral. Dependendo das características geológicas do local e da profundidade atingida, cada fonte desenvolve composição mineral própria.
A captação ocorre por meio de poços profundos que conduzem a água até as indústrias através de tubulações de aço inox. O sistema é projetado para evitar contato com o ar e qualquer tipo de manipulação humana direta. A partir daí, o líquido segue para reservatórios igualmente protegidos e depois para as linhas de envase.
Um dos aspectos destacados por Steyer Netto é justamente a naturalidade do produto:
“Pouca gente sabe que a água mineral é um produto 100% natural. Vem direto da natureza para o envase na garrafa, sem qualquer tipo de adição ou subtração de elementos.”
Durante seu percurso subterrâneo, a água entra em contato com diferentes formações rochosas e absorve minerais que passam a fazer parte de sua composição química. Entre os elementos frequentemente encontrados estão magnésio, cálcio, potássio e fluoreto, cuja presença depende das características geológicas da região e da profundidade da fonte.
Essas variações ajudam a explicar por que diferentes águas minerais apresentam características sensoriais distintas. A engenheira de controle de qualidade Pâmela Weber, da indústria Valle Vita, observa que algumas fontes produzem águas mais leves, enquanto outras apresentam maior mineralização.
“Temos duas fontes de águas leves. Os clientes dizem que são ‘fáceis de beber’. E existem as de maior concentração mineral, que podem dar a sensação de arranhar a garganta, principalmente as gaseificadas. É sutil a diferença, muitos não percebem, mas dá para desenvolver paladar.”
Especialistas também ressaltam que a composição mineral natural pode contribuir para o funcionamento do organismo. A nutricionista, química e conselheira do Conselho Regional de Nutrição – 2ª Região, Fabiana Magnabosco de Vargas, explica que, embora todas as águas sejam capazes de hidratar, a água mineral natural apresenta características específicas decorrentes de sua formação geológica.
“É muito importante beber água e todos os tipos vão hidratar de forma segura, mas a água mineral natural tem outros benefícios que podem auxiliar na saúde devido ao processo da natureza. São características que não vemos nas águas de mesa e da torneira”, afirma.
O comportamento do consumidor também vem mudando. Segundo Steyer Netto, há um movimento crescente em direção a produtos naturais, especialmente entre as gerações mais jovens.
“As novas gerações estão preocupadas com a saúde, estudando os produtos que consomem e buscando os naturais. Os jovens têm isso no DNA, mas as gerações de transição estão se adequando.”
Eventos climáticos recentes também influenciaram o mercado. Períodos de estiagem e episódios extremos, como as enchentes registradas no Rio Grande do Sul, fizeram com que muitas pessoas passassem a consumir água mineral com maior frequência.
“Cresceu depois da enchente. Pessoas que não tinham hábito de consumo e tiveram a experiência, seja por ter faltado água na torneira ou por estar com gosto ruim. Quando experimentam a água mineral, dificilmente voltam atrás”, comenta o presidente da AGEDAM.
Atualmente, conforme dados da Agência Nacional de Mineração, o Rio Grande do Sul conta com 47 concessionárias privadas autorizadas a explorar fontes de água mineral, número que evidencia a expansão da atividade no Estado.
Mesmo com o crescimento recente, o consumo brasileiro ainda apresenta espaço para expansão. Em 2024, o consumo médio no país foi estimado em cerca de 85 litros por pessoa ao ano, índice inferior ao observado em países líderes nesse mercado, o que aponta para novas oportunidades de desenvolvimento do setor.
A reportagem completa pode ser lida no portal GZH:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2026/03/das-profundezas-do-solo-para-o-cotidiano-entenda-como-e-extraida-e-envasada-a-agua-mineral-natural-cmmex3jbb01u2016aarwupzwd.html
Fonte: GZH / Grupo RBS
Autor: Carlos Rollsing
Publicação original: 7 de março de 2026.
ASSOCIADAS DA AGEDAM LIDERAM O MARCAS DE QUEM DECIDE E REAFIRMAM A FORÇA DA ÁGUA MINERAL GAÚCHA
A 28ª edição do Marcas de Quem Decide, promovida pelo Jornal do Comércio em parceria com o Instituto Pesquisas de Opinião (IPO), confirmou aquilo que o mercado já reconhece: a excelência, a credibilidade e a força competitiva das empresas gaúchas do setor de água mineral.
Na categoria Água Mineral, três empresas associadas à AGEDAM figuraram entre as cinco marcas mais lembradas e preferidas do Rio Grande do Sul, consolidando o protagonismo do setor mineral gaúcho no cenário estadual.

Liderança absoluta em lembrança e preferência
A Água da Pedra conquistou o 1º lugar tanto no critério Lembrança quanto em Preferência, reafirmando sua posição como referência de mercado. O resultado evidencia não apenas reconhecimento espontâneo da marca, mas também confiança consolidada na decisão de compra por parte de líderes empresariais e executivos gaúchos.
Presença consistente no topo do ranking
A Sarandi alcançou o 2º lugar em ambos os indicadores — lembrança e preferência — demonstrando estabilidade, reputação sólida e forte conexão com o consumidor.
Já a Fonte da Ilha garantiu posição de destaque entre as cinco mais lembradas e preferidas do Estado, reforçando a relevância das marcas regionais no ambiente competitivo.
Associativismo que gera resultados
O desempenho dessas empresas confirma a robustez técnica e empresarial das associadas da AGEDAM. Trata-se de um reconhecimento concedido por um público altamente qualificado — gestores, executivos e lideranças que influenciam decisões estratégicas no ambiente corporativo gaúcho.
A presença de três associadas entre as principais marcas da categoria demonstra:
- Competitividade frente a grandes players nacionais;
- Capacidade de construção de marca de longo prazo;
- Compromisso com qualidade, regularidade produtiva e conformidade regulatória;
- Consolidação do setor de águas minerais como segmento estratégico da economia estadual.
Orgulho do setor mineral gaúcho
A AGEDAM parabeniza publicamente as empresas associadas premiadas pelo desempenho expressivo na 28ª edição do Marcas de Quem Decide. Os resultados não representam apenas posições em um ranking — simbolizam décadas de investimento, responsabilidade ambiental, geração de empregos e compromisso com a saúde e o bem-estar da população.
O reconhecimento reforça que a água mineral envasada no Rio Grande do Sul mantém padrão elevado de qualidade e reputação, sustentado por empresas sérias, estruturadas e comprometidas com as melhores práticas do setor.
A AGEDAM segue atuando de forma firme na defesa institucional do segmento, no fortalecimento do associativismo e na valorização das empresas que constroem, diariamente, a credibilidade da água mineral gaúcha.
Calor extremo e retração nas vendas surpreendem o setor de água mineral em Porto Alegre
Setor registra queda pontual mesmo com altas temperaturas e projeta recuperação após o verão
Reportagem publicada pelo Correio do Povo revelou um cenário atípico para o verão de 2026 em Porto Alegre. Mesmo diante de temperaturas elevadas e sucessivas ondas de calor no Rio Grande do Sul, distribuidoras de água mineral e gelo da Capital registraram retração nas vendas no mês de janeiro, período tradicionalmente associado ao aumento do consumo de líquidos.
De acordo com a matéria, a queda aproximada foi de 12 % em comparação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho, embora aparentemente contraditório diante do calor extremo, encontra explicação na sazonalidade característica do verão. Durante o mês de janeiro, parcela significativa da população da Capital desloca-se para o Litoral Norte e outras regiões turísticas, o que provoca redistribuição geográfica do consumo.

Foto : Fabiano do Amaral
Entendimento do setor e posicionamento institucional
Na reportagem, o presidente da Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral, Everton Netto, destacou que a redução observada em Porto Alegre não representa diminuição estrutural da demanda, mas sim um deslocamento do consumo para regiões litorâneas, onde o volume comercializado tende a crescer nesse período. Ele também salientou que o setor mantém expectativa de retomada nas vendas com o encerramento das férias escolares e o fim do veraneio, quando a população retorna gradualmente à Capital.
A manifestação do presidente reforça a leitura técnica de que o comportamento do mercado de água mineral deve ser analisado sob múltiplas variáveis, incluindo mobilidade populacional, calendário social e dinâmica regional de consumo. A temperatura elevada, isoladamente, não determina o volume de vendas quando há significativa migração sazonal de consumidores.
Planejamento logístico e adaptação operacional
O contexto evidencia a necessidade de planejamento estratégico por parte das empresas envasadoras e distribuidoras, com ajustes de estoque e logística conforme a movimentação da população. A capacidade de antecipar cenários e redirecionar a distribuição para regiões de maior demanda é elemento essencial para manter eficiência operacional e estabilidade no abastecimento.
A AGEDAM acompanha permanentemente os indicadores de mercado e mantém diálogo com suas associadas para monitorar o desempenho regional, reforçando a importância de organização setorial e gestão técnica diante de eventos climáticos cada vez mais intensos.
Água mineral e saúde em períodos de calor intenso
Independentemente das oscilações comerciais pontuais, a água mineral mantém papel fundamental na promoção da saúde e do bem-estar da população. Em períodos de calor extremo, a hidratação adequada é indispensável para prevenir desidratação e complicações decorrentes das altas temperaturas.
A água mineral envasada oferece segurança sanitária, controle de qualidade rigoroso e conformidade com as normas regulatórias vigentes, atributos que garantem confiança ao consumidor e consolidam a relevância do setor no Rio Grande do Sul.
Perspectivas para o mercado no primeiro trimestre de 2026
Com o retorno gradual da população à Região Metropolitana e a permanência das altas temperaturas, a tendência é de recuperação progressiva nas vendas em Porto Alegre. O setor demonstra resiliência e capacidade de adaptação diante das variações sazonais, mantendo compromisso com abastecimento regular e qualidade do produto.
O episódio reforça a importância de uma análise técnica e contextualizada do mercado de água mineral, considerando não apenas fatores climáticos, mas também comportamento de consumo e dinâmica regional.
Palavras-chave: água mineral no RS, calor extremo Porto Alegre, vendas de água mineral 2026, mercado de água mineral Rio Grande do Sul, consumo de água no verão.
MATOS, Gabriela. Mesmo com calor extremo, distribuidoras de água mineral e gelo de Porto Alegre registram queda nas vendas. Correio do Povo, Porto Alegre, 02 mar. 2026. Disponível em: https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/cidades/mesmo-com-calor-extremo-distribuidoras-de-agua-mineral-e-gelo-de-porto-alegre-registram-queda-nas-vendas-1.1687642. Acesso em: 03 mar. 2026.
AGEDAM participa de reunião institucional para discutir impactos da Resolução ANM nº 193/2024
Encontro reuniu órgãos estaduais e federais e resultou em encaminhamentos como criação de Grupo de Trabalho e proposta de credenciamento de laboratórios no RS
No dia 03 de fevereiro de 2026, a Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral (AGEDAM) participou de reunião institucional realizada de forma híbrida no Gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio Grande do Sul (SEDEC). O encontro teve como objetivo discutir os impactos e conflitos decorrentes da Resolução ANM nº 193/2024, que vêm gerando reflexos operacionais relevantes para os órgãos públicos e para as empresas do setor de água mineral.
A reunião foi conduzida pelo Secretário de Desenvolvimento Econômico, Leandro Evaldt, que destacou a importância do diálogo entre os entes federais e estaduais e o setor produtivo. Segundo o secretário, “é fundamental promover o alinhamento institucional entre os órgãos envolvidos, para evitar conflitos normativos que prejudiquem tanto a atuação do poder público quanto a atividade econômica, especialmente em um setor estratégico como o de águas minerais”.



Participaram do encontro representantes da SEDEC, Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura (SEMA), FEPAM, Agência Nacional de Mineração (ANM), Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS/SES/RS) e da AGEDAM, possibilitando um debate técnico aprofundado sobre os entraves regulatórios atualmente enfrentados pelas empresas envasadoras.
Durante as discussões, foram destacados pontos sensíveis como o conflito normativo entre a Resolução ANM nº 193/2024 e o Decreto-Lei nº 7.841/1945 (Código de Águas Minerais), especialmente no que se refere à periodicidade das análises de qualidade das águas minerais. Também foi abordada a falta de clareza quanto ao credenciamento e cadastramento de laboratórios, apesar das previsões existentes na Portaria ANM nº 374, além das dificuldades enfrentadas pelos órgãos de Vigilância Sanitária na exigência e verificação de licenças em razão do atual cenário normativo.
O Presidente da AGEDAM, Everton Netto, destacou que o setor tem enfrentado insegurança jurídica e dificuldades operacionais em função das interpretações divergentes da norma. “A aplicação da Resolução 193, da forma como vem ocorrendo, tem gerado impactos diretos na rotina das empresas, no licenciamento e na fiscalização. Nosso objetivo é construir soluções técnicas e juridicamente seguras, garantindo previsibilidade e continuidade das operações”, afirmou.
Outro ponto relevante tratado na reunião foi o conflito de atribuições entre a ANM e a SGC/LAMIN quanto à responsabilidade pelo credenciamento dos laboratórios, tema que já havia sido formalmente comunicado pela AGEDAM por meio de notificação extrajudicial, expedida por sua assessoria jurídica.
Como encaminhamentos, os participantes reforçaram a importância da manutenção do diálogo interinstitucional e propuseram a criação de um Grupo de Trabalho (GT) com a participação dos órgãos envolvidos e AGEDAM, com o objetivo de aprofundar a análise técnica dos conflitos identificados e construir soluções conjuntas. Também foi informado que a FEPAM irá encaminhar pedido de credenciamento de seu laboratório próprio, e a SEMA irá propor à ANM que ela atue como órgão certificador dos laboratórios no Estado do Rio Grande do Sul.
A AGEDAM seguirá acompanhando de forma ativa os desdobramentos das tratativas e manterá o setor informado sobre quaisquer avanços que impactem a atividade das empresas envasadoras de água mineral.
Como parte desse processo de transparência e alinhamento, a AGEDAM realizará uma reunião presencial com todas as empresas associadas no dia 18 de março de 2026, ocasião em que serão apresentadas atualizações sobre os trabalhos e encaminhamentos que vêm sendo desenvolvidos pela Diretoria Executiva, tanto em relação à Resolução ANM nº 193/2024 quanto a outras pautas relevantes para o setor.
Texto: Adilson Correia da Silva – Assessoria Executiva
AGEDAM-RS empossa nova diretoria e reforça compromisso com o fortalecimento do setor de água mineral no RS
AGEDAM-RS empossa nova diretoria para o biênio 2025/2027 e Assembleia marca início de nova gestão com foco no fortalecimento do setor de água mineral no Rio Grande do Sul
A Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral (AGEDAM-RS) empossou, no dia 18 de junho de 2025, sua nova diretoria para o biênio 2025/2027. A solenidade reuniu representantes do setor, autoridades e convidados na sede da entidade, reforçando o compromisso da AGEDAM-RS com o desenvolvimento sustentável, a valorização das marcas regionais e a qualidade do produto que chega à mesa das famílias gaúchas.
A nova diretoria é composta por empresários com ampla experiência no setor:
• Presidente: Éverton Netto (Itati Água Mineral)
• 1º Vice-Presidente: Manoel Dirceu Ribeiro Netto (Itati Água Mineral)
• 2º Vice-Presidente: Ivan Andrade (Água Mineral Brisa Leve)
• Secretário: Tiago Magnus Borges (Água Mineral Santo Anjo)
• Tesoureiro: Samuel Oliveira (Água Mineral Brisa Leve)
A nova gestão assume com o desafio de representar os interesses da categoria em um momento crucial para o setor, que passa por transformações regulatórias, avanços tecnológicos e crescente conscientização da população sobre a importância da água mineral para a saúde.
Segundo o presidente eleito Éverton Netto, “a AGEDAM-RS tem papel fundamental na defesa da qualidade, da responsabilidade ambiental e da competitividade do setor. Nossa meta é ampliar o diálogo com os órgãos públicos, fortalecer as boas práticas entre os associados e garantir que o consumidor gaúcho continue tendo acesso a uma água mineral de excelência.”
A entidade seguirá promovendo ações conjuntas com seus associados para incentivar a inovação, o controle de qualidade, o desenvolvimento de campanhas educativas e o apoio à cadeia produtiva que movimenta centenas de empregos diretos e indiretos no estado.
