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Assembleia Geral AGEDAM

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Nos termos do Estatuto, convoco os(as) senhores(as) associados(as) da Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral ­ AGEDAM​, em dia com suas obrigações financeiras e sociais, para ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA​, a ser realizada no dia 05 de maio de 2021, com primeira chamada às 10:00 horas, e segunda chamada às 10:30 horas, no na Sede do “Esporte Clube Comerciário Campo Branco”, Rua São Leopoldo, 754, bairro Stelamaris, Alvorada – RS.

A Assembleia será instalada havendo quorum de dois terços (2⁄3) de associados, ou em segunda convocação, com qualquer número de associados presentes, para o fim de deliberar sobre a seguinte pauta:

1) Eleição da Diretoria gestão 2021/2023

2) Eleição Conselheiro Fiscal e de Ética gestão 2021/2023

3) Alterações estatutárias

4) Prorrogação mandato diretoria anterior em decorrência da pandemia; validação dos atos praticados; aprovação de contas.

5) Assuntos Gerais

Porto Alegre, 19 de abril de 2021.

Manoel Dirceu Ribeiro Neto ­​- Presidente
AGEDAM ­ Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral

Encontrei água mineral em minha propriedade, como posso empreender no setor?

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Perfurei um poço e encontrei água, será que é água mineral? Como faço para montar uma empresa?

Temos recebido incontáveis ligações de pessoas que perfuraram um poço em sua propriedade e querem saber se encontraram água mineral e se podem empreender na produção e comercialização do produto.

água de poço, do açude, do rio, da chuva, da torneira, do filtro nunca será água mineral, pois esta tem propriedades alimentares e medicamentosas advindas diretamente do subsolo.

A primeira coisa que a pessoas precisa saber, é que para perfurar um poço em sua propriedade, precisa pedir autorização da órgão regulador do meio ambiente em sua cidade ou estado. No caso do Rio Grande do Sul é a FEPAM no Portal de Licenciamento Ambiental ( clique aqui ).

Os trâmites burocráticos para legalizar a perfuração, contratar empresa especializada para perfurar e instalar a tubulação adequada para captação da água, sãos os primeiros investimentos que precisam ser feitos. Após a perfuração os interessados precisam coletar amostras da água e leva-las a um laboratório de análises onde serão analisadas as propriedades químicas, físicas e biológicas (bacteriológica) que irão orientar as decisões do empreendedor.

Existem muitas empresas e profissionais especializados na elaboração de projetos de montagem de uma empresa de água mineral. São consultorias que irão lhe orientar em todas as fazes iniciais de seu investimento, indo desde a análise da água, medição da vazão, até a produção das primeiras unidades do produto. É importante salientar que basta investir em infraestrutura, mas antes de mais nada é preciso conhecer o mercado e suas nuances para saber se o seu investimento vale a pena. Um bom negócio parte pela elaboração de um bom plano de negócios, por isso, antes de contratar quem vai dizer como gastar o seu dinheiro, é preciso contratar alguém que vai dizer se você vai ganhar dinheiro. O site do SEBRAE nacional possui um passo-a-passo de como montar uma empresa de engarrafamento de água mineral ( clique aqui ).

Quando nos ligam geralmente querem saber quantas empresas existem, qual o consumo total no estado, enfim, querem saber se vale a pena investir. Ao sermos questionados informamos que existem cerca de 30 empresas operando atualmente no Rio Grande do Sul, e somente a metade é associada a AGEDAM, por isso não temos informações sobre a produção e consumo do produto, por isso aconselhamos procurarem a ANM – Agência Nacional de Mineração e a Delegacia Especializada em Bebidas da Secretaria da Receita Estadual para tentar conseguir estes dados.

Falando em ANM, este é órgão que faz o registro de intenções de explorar água mineral, bem como é o responsável por aprovar embalagens, rótulos e outros procedimentos. Esta e outras informações podem ser encontradas no Portal Água Mineral ( clique aqui ).

Empreender no setor de água mineral no Rio Grande do Sul é um grande desafio, pois o estado possui um clima muito sazonal que faz com que o produto seja muito consumido nos meses de verão e pouquíssimo durante os longos meses de inverno. O tempo que leva para que uma indústria possa produzir suas primeiras unidades é de aproximadamente uns 7 anos de investimentos que dispendem o investimento de no mínimo um milhão ao ano. A maioria das empresas relata que precisa no mínimo mais de meia dúzia de anos para começar a sobrar alguma coisa no faturamento, sendo que algumas relatam nunca ter conseguido buscar o investimento, mesmo estando operando há muitos anos no mercado. Inclusive muitas das empresas estabelecidas aceitam propostas de aquisição.

O mercado de água no Rio Grande do Sul, além da sazonalidade, enfrenta o problema de estar localizado nos confins do país, tendo suas fronteiras limitadas a estados e países tem a prática de dar incentivos fiscais para os negócios locais, ao contrário do estado que possui muita burocracia, elevada carga tributária, concorrência desleal e sonegação das empresa concorrentes, que além de tudo isso, comercializam seus os produtos com preços muito abaixo dos praticados no mercado. Não obstante, temos uma enxurrada de empresas líderes de mercado, que trazem seus produtos de seus estados benevolentes, carregando consigo um marketing agressivo, e uma grande capacidade instalada de logística e distribuição.

Se pensar em empreender neste mercado, comece pelo fim, pois muita gente dirá para você que é uma grande ideia, fácil de ser executada mas nem sempre trará bons resultados.

Adilson Silva – Consultor Executivo AGEDAM

Portal da Água Mineral é lançado por órgãos públicos e entidades privadas

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Empresas de água mineral envasada poderão inserir nos rótulos dos produtos um “QR code” que remeterá à página do Portal da Água Mineral.

Portal da Água Mineral é lançado por órgãos públicos e entidades privadas

No Dia Mundial da Água, 22 de março, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, participou do lançamento do Portal da Água Mineral. O projeto é uma parceria entre o Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Nacional de Mineração (ANM), o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e associações e empresas do setor.

A partir de agora, as empresas de água mineral envasada poderão inserir nos rótulos dos produtos as logomarcas da ANM, CPRM e também um “QR code” que remeterá à página do Portal da Água Mineral. Nele, o consumidor poderá obter informações precisas, completas e seguras sobre a origem do produto, composição, qualidades, benefícios e outras informações de interesse. 

Bento Albuquerque se mostrou satisfeito com o resultado do portal. “Nós não temos dúvida de que esta possibilidade agregará mais valor a este produto tão único e exclusivo e oferecerá ao consumidor a oportunidade de saber que está consumindo algo que realmente preenche as características daquilo que é a água mineral”, disse.

“O portal torna-se um importante instrumento para atender o consumidor naquilo que são as suas principais demandas na relação de consumo: a qualidade e a transparência”, afirmou o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Alexandre Vidigal, ao participar do evento. Ele destacou que o portal abre o caminho para um maior padrão interno de credibilidade e vai em direção a um padrão internacional de qualidade. “Temos um excelente mercado interno já explorado e um relevante mercado global a se ocupar espaço”, enfatizou Vidigal.

O diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Pedro Colnago, ressaltou a importância da inauguração do portal, que terá informações fundamentais para os consumidores. “Deixo registrado o compromisso de seguirmos juntos pela melhoria da qualidade de vida e pelo desenvolvimento sustentável do Brasil”, afirmou Colnago. 

 “Buscávamos há tempos um mecanismo que nos permitisse separar, com nitidez, essa referência das águas, entre aquelas adicionadas de sais daquelas que são águas naturais e minerais. Será um instrumento de grande eficácia na busca dessa separação, de forma remota e instantânea, para que o consumidor reduza o risco de pensar que está comprando água mineral e está, na verdade, levando uma água misturada de outros sais”, disse Victor Hugo Bicca, diretor-geral da ANM. 

O presidente da Associação Brasileira de Indústria de Água Mineral (ABINAM), Carlos Alberto Lancia, externou sua emoção com o evento de lançamento do portal, declarando: “essa luta em preservar as águas minerais brasileiras e trazer valor agregado, é de longa data, e hoje eu transbordo de grande alegria por esse momento e parabenizo a todos pela grande iniciativa”.

Acesse o novo Portal da Água Mineral

 

Fonte:

Ministério de Minas e Energia

Assessoria de Comunicação Social

https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/portal-da-agua-mineral-e-lancado-por-orgaos-publicos-e-entidades-privadas

AGEDAM na luta pela retirada da Substituição Tributária ST sobre a água mineral

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A Diretoria da AGEDAM tem trabalhado incansavelmente no sentido de tornar a água mineral mais acessível aos consumidores gaúchos.

Diretores com Deputado Estadual Ernani Polo, Presidente Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul

O Presidente da Assembleia Legislativa, Deputado Estadual, Ernani Polo, está apoiando a proposta de retirada da Substituição Tributária de todas embalagens de água mineral no estado.

Hoje em dia, a indústria recolhe antecipadamente o imposto sobre toda cadeia produtiva para compensar somente cerca de três meses depois, isso se parte do mercado fazer adequadamente a compensação, o que não tem acontecido, principalmente com os atacarejos que usam os créditos noutros produtos, fazendo com que o Estado deixe de arrecadar e as indústrias deixem de compensar.

Diretores e convidados em reunião com Deputado Ernani Polo e Secretário da Receita Estadual Ricardo Neves.

A Secretária da Receita Estadual, já retirou a ST das embalagens de 20 litros, e acredita que as demais embalagens possam ser retiradas em breve, porém Secretário Ricardo Neves solicitou que setor apresente proposta para viabilizar a colocação do Selo de Controle Fiscal eletrônico nas embalagens, garantindo transparência e qualidade na comercialização do produto.

Setor ficou de reunir-se e apresentar uma minuta do Projeto de Lei, a princípio embasada na Legislação do Estado de São Paulo, que garante inclusive crédito na compra do selo.

Fim da Substituição Tributária – ST nas operações com água mineral no estado do Rio Grande do Sul

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Governador recebe representantes da Agedam e da Abinam – Foto: Rodger Timm/ Palácio Piratini

As indústrias de água mineral venceram mais uma etapa na batalha pela redução da carga tributária que sobrecarrega o setor no estado do Rio Grande do Sul.

A AGEDAM surgiu da necessidade das empresas do setor em ter uma entidade que pudesse representá-las junto a instituições públicas e privadas, afim de tornar a água mineral um produto competitivo e acessível ao consumo de toda população gaúcha. Desde sua fundação, a Associação trabalha incansavelmente para conciliar o interesse de todos os seus associados, buscando alternativas para que as empresas mantenham-se saudáveis, sendo que para isso, já sentamos a mesa com os três últimos Governadores do Estado, dois vice-governadores, três Presidentes da Assembleia Legislativa, meia duzia de Secretários da Fazenda e da Receita Estadual, alem de dezenas de deputados e uma série de representantes de outras entidades, sempre no intuito da entidade ser parceira do Governo no incremento a arrecadação e no combate a sonegação.

Uma das principais propostas apresentadas ao Poder Público é a retirada da substituição tributária sob todas embalagens de água mineral. A ST é o recolhimento antecipado do imposto devido sob toda cadeia produtiva, ou seja, a indústria recolhe o imposto sob a média do valor final cobrado no varejo, ao invés de pagar sobre o produto produzido. Exemplificando: Se um produto é fabricado e vendido na porta da fábrica por R$ 1,00 (um real), e chega no consumidor final a R$ 10,00 (dez reais), a indústria recolhe sob os 10 e não sob 1. Esta prática faz com que as empresas tenham problemas em seu fluxo de caixa e no capital de giro.

Na última semana finalmente, o Governador do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do Decreto nº 55.274/2020 (DOE de 27.05.2020), alterou o RICMS/RS, relativamente ao regime de substituição tributária nas operações com água mineral. A partir de 01.06.2020, às operações com água mineral em embalagens retornáveis com capacidade igual ou superior a 20(vinte) litros (CEST 03.025.00), ficam excluídas do regime da substituição tributária. Os contribuintes substituídos deverão realizar o levantamento do estoque das mercadorias citadas, em 31.05.2020, e proceder conforme disposto no artigo 39 do Livro V do RICMS/RS.

Esperamos a sensibilidade do Governo Estadual para colocar as demais embalagens como já aconteceu no estado do Paraná e noutras esferas da federação. A retirada da ST proporciona um fôlego para as empresas do setor.

FONTE FOTOS: https://estado.rs.gov.br/governador-recebe-diretores-do-banco-santander-5d424938c6970

 

ASSEMBLEIA GERAL SUSPENSA

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SUSPENSÃO ASSEMBLEIA GERAL – AGEDAM – Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral, comunica a todos associados e a sociedade que em decorrência da pandemia do COVID19 estamos suspendendo temporariamente a Assembléia Geral da Associação, até que possamos retomar os trabalho com segurança e responsabilidade.

O RS sediará o 28º Congresso Brasileiro da Indústria de Águas Minerais

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A Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais – ABINAM, estará realizando de 09 a 11 de Outubro de 2019, o 28º Congresso Brasileiro da Indústria de Águas Minerais e Expo-ABINAM´2019, o Dall’Onder Grande Hotel, na cidade Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.

Empresas de água mineral de todo o Brasil se reunirão para debater o mercado de águas, e as influencias da legislação sobre o produto.

O Presidente do Congresso será Nelson Eggers, presidente do Conselho das Bebidas Fruki, de Lajeado.

As inscrições podem ser feitas através do site da ABINAM até 30/09, no endereço http://www.abinam.com.br/materias.php?cd_secao=85&codant=&friurl=:-28o-Congresso-:

Substituição Tributária tem novas regras no Rio Grande do Sul

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“ÁGUA MINERAL DEVE SER PRÓXIMA A SAIR DO ICM-ST – Depois dos vinhos e espumantes, o próximo produto a deixar o regime da substituição tributária deve ser a água mineral. O setor já está em conversas com a Fazenda Estadual. A informação é do subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira. O decreto que remove o setor vitivinícola gaúcho deve sair em agosto. O governador Eduardo leite anunciou a exclusão em junho. O Confaz já aprovou a medida, disse Pereira.”

Empresas gaúchas que estão no regime da Substituição Tributária (ST) para recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) têm novas regras que abrangem desde o abatimento de multas a um novo tipo de regime. A Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) encara o novo regime como resgate da finalidade original da ST para elevar a eficiência na arrecadação.

“É a ressignificação da ST”, definiu o subsecretário da Receita estadual, Ricardo Neves Pereira, citando que a intenção é resgatar as características de ‘definitividade na etapa anterior’, evitando a complementação ou ressarcimento do imposto pelas empresas. As medidas estão no convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne secretários da Fazenda das unidades da federação, publicado nesta terça-feira (9) no Diário Oficial da União (DOU).

Novas orientações sobre recolhimento da diferença da ST serão regulamentadas pela Fazenda MARIANA CARLESSO/JC

A principal novidade é o regime optativo do ICMS-ST, que vinha sendo negociado com setores da economia como solução para equalizar desequilíbrios. Comércio de combustíveis e franquias serão os primeiros a entrar no regime alternativo, informou o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira. A escolha dos segmentos se deve à alta concentração, pois têm um grande fornecedor e gerador de ICMS, que é a refinaria e franqueador.

“A meta é garantir que, pelo regime optativo, toda a arrecadação setorial seja a mesma para não ter renúncia de arrecadação”, justifica Pereira. Começar por combustíveis é crucial, pois o segmento é a maior fonte do tributo, respondendo por 17,34% da receita, informa a Sefaz.

As mudanças, que integram o convênio 67 do Confaz e oficializam as condutas para o Rio Grande do Sul, dependem ainda de regulamentação da Sefaz para começarem a ser seguidas. Pereira diz que os decretos com as regras serão lançados após 15 dias da publicação do convênio, devido ao prazo para ratificação das regras.

As mudanças no regime foram intensificadas após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que possibilitou a restituição do ICMS-ST pago a maior e da complementação do valor pago a menor. Ou seja, com a comprovação de que a base de cálculo presumida no imposto é maior que o preço final praticado pelo contribuinte, este deve receber ressarcimento. Mas quando a base de cálculo for inferior ao preço final praticado, o Estado tem direito de receber a diferença do imposto. Já havia sido prorrogada para 1º de julho de 2020 a entrada de empresas que faturam menos de R$ 3,6 milhões e optantes do Simples na nova ST-ICMS.

O convênio faz três encaminhamentos que valerão para empresas do Regime Geral, faturamento acima de R$ 3,6 milhões que estão na ST. São eles:

  1. Abatimento de multas e juros para quem não pagou a complementação do ICMS retido pela ST no período de 1º de março a 30 de junho deste ano. As empresas terão esta vantagem se quitarem os valores devidos até 20 de setembro.
  2. Não será cobrada multa de empresas que não remeteram guia de informações do ICMS do período de apuração de 1º de janeiro a 30 de junho deste ano. Para ter o abatimento, os contribuintes têm de remeter as guias até 15 de setembro.
  3. A Sefaz gaúcha poderá criar um regime optativo do ICMS-ST para segmentos do varejo dispensando o pagamento do ICMS correspondente à complementação do tributo retido pela ST. Isso ocorrerá quando o preço ao consumidor final for maior que a base de cálculo usada para calcular o débito para fins de substituição tributária. Esta regra beneficia ainda mais sete estados – Amazonas, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.

Neste último item, um alerta: só poderão aderir ao regime optativo as empresas que se comprometerem a não exigir a restituição do preço ao consumidor final que ficar abaixo do valor de pauta, previsto na Margem de Valor Agregado (MVA). Outra exigência é que a empresa fique no novo regime por 12 meses. O convênio também também prevê que não haverá restituição ou compensação de valores já pagos, remetendo à definitividade.

“É um grande passo que o Estado deu para retirar setores da ST”, opinou um dos vice-presidentes da Federasul e advogado tributarista, Anderson Trautman Cardoso, sobre o regime optativo. Um detalhe importante é que a Sefaz deve definir o funcionamento para fazer a opção e será estabelecido um mínimo de adesão das empresas de cada segmento, segundo o convênio.

As medidas são efeito da pressão de diversos setores da economia para que a abrangência da ST-ICMS seja revista. Em junho, o governador Eduardo Leite anunciou a retirada de vinhos e espumantes do regime, o que deu mais fôlego para a mobilização setorial e puxada por entidades como Federasul, Fecomércio e outras organizações, como do varejo.

Cardoso opina que as alterações e a movimentação dos setores buscam recompor a intenção original do sistema. O vice-presidente da Federasul avalia que o sentido original do regime foi desvirtuado. “O que deveria ser exceção virou regra. O Estado usou a ST para melhorar a arrecadação, já que a fiscalização é mais fácil, e entrou de tudo”, critica o advogado tributarista. Hoje cerca de 80% da base de arrecadação do tributo estadual segue o ICMS-ST.

Vamos olhar todos os segmentos que podem fazer acordo setorial, avisa Pereira, da Sefaz – ANTONIO PAZ/ARQUIVO/JC

Depois dos vinhos e espumantes, o próximo produto a deixar o regime da substituição tributária deve ser a água mineral. O setor já está em conversas com a Fazenda Estadual. A informação é do subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira. O decreto que remove o setor vitivinícola gaúcho deve sair em agosto. O governador Eduardo leite anunciou a exclusão em junho. O Confaz já aprovou a medida, disse Pereira.

Para o varejo de combustíveis, a Sefaz deve adotar exigência de adesão mínima de 60% dos postos para colocar o regime optativo em vigor. Para o setor, o desafio é contornar as diferenças no preço final praticado, que ficam muito abaixo ou muito acima do preço de pauta, que serve de referência à ST.

Pereira diz que são R$ 5 milhões mensais nesse balanço. Pereira diz que não há como sair do valor médio e que está conversando com representantes de médias e grandes redes até os pequenos postos para “fazer equilíbrio e não gerar problema concorrencial”. A Sefaz aposta que a parceria com o setor será fundamental para os ajustes. Sem a substituição, a avaliação é que fica mais difícil fiscalizar os 30 mil postos e impedir a prática de preços que gere distorções na concorrência.

Nas franquias, a adesão deverá ser de 100%, diz o subsecretário. O percentual já teria apoio do segmento. Para implementar o regime optativo de cada setor, os estabelecimentos terão de assinar um termo de anuência, adianta Pereira. Autopeças é outro segmento que entrará no novo mecanismo.

“Vamos olhar todos os segmentos que podem fazer acordo setorial”, diz o subsecretário. “A questão central é retomar as características de definitividade da ST, para não desregular a ponta. Houve uma vulgarização da ST. Temos de retomar o que é importante, que é abranger produtos mais concentrados”, projeta. Além disso, o regime optativo não poderá implicar em perda de arrecadação, previne o subsecretário.

A eliminação de setores da ST seguirá a avaliação sobre o impacto para as práticas das próprias empresas, sobre como gerenciar pagamentos e gerar informações, o que tornou mais complexo e também oneroso cumprir as obrigações.

FONTE: Patrícia Comunello – Jornal do Comércio
TRIBUTOS 09/07/2019 – 16h40min. Alterada em 09/07 às 20h09min
(https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/07/692556-convenio-define-novas-orientacoes-para-substituicao-tributaria-no-rio-grande-do-sul.html#.XSUw3t6YU38.whatsapp)

NOTA DE FALECIMENTO

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62339031_2065432813766029_3563601203772260352_nA Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral, comunica o falecimento da Sra. Leonor Ribeiro Netto (Dona lolinha), 93 anos, mãe de nosso presidente Manoel Dirceu Ribeiro e avó de nosso Conselheiro Gabriel Thiessen Neto.

A AGEDAM manifesta suas condolências a família Neto, e roga ao Criador do Universo que conforte a todos familiares e amigos neste momento de introspecção pela passagem de sua matriarca.

A Sra. Leonor Ribeiro Netto (Dona lolinha), era viúva de Darcy Netto, fundador da Indústria de Comércio e Bebidas Araçá, empresa que produz e comercializa a Água Mineral Natural Itati. Lolinha teve 2 filhos, Dirceu e o Dr. Odilon Ribeiro Netto, alem de 5 netos e 2 bisnetos.

O velório será hoje, quarta-feira, 12 de junho, na Capela 8, do Cemitério Parque São Vicente, Av. Santos Ferreira, 3721 – Centro, Canoas, com sepultamento às 18 horas.

 

AGEDAM PEDE O FIM DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

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tAs empresas associadas a AGEDAM – Associação Gaúcha dos Envasadores de Água Mineral, estiveram reunidas na última quarta-feira,  15/05/2019, com o Subsecretário Adjuntos da Receita Estadual, Sr. Edson André Moura, acompanhado dos Srs. Guilherme Comiram e Hugo de Góis, afim de solicitar o fim da substituição tributária (ST) sobre a água mineral comercializada no Rio Grande do Sul.

O pedido baseia-se na difícil situação financeira por que passam as empresas do setor, que perdem cada vez mais a capacidade de investimentos a curto e médio prazo, visto que necessitam fazer o recolhimento antecipado dos impostos incidentes sobre toda cadeia produtiva da água mineral o que ocasiona perca do fluxo de caixa e a diminuição do capital de giro. Em outras palavras, a Secretaria da Fazenda do Estado apresenta uma pesquisa de preços médios praticados pelos comerciantes finais, onde tiram um valor de pauta, em que as empresas precisam recolher o imposto devido pelos comerciantes antecipadamente.

A Associação tem acompanhado a disposição do Governador Eduardo Leite em retirar a ST de outros produtos, neste sentido acredita que a água mineral sendo um produto essencial a vida humana e que deveria estar na cesta básica dos gaúchos há muitos anos, deveria ficar mais acessível ao consumidor final.

“Esta é a terceira gestão do Governo do Estado que é procurada por nossa Associação, e em todas elas nos colocamos como parceiros para melhorar a arrecadação e evitar a sonegação de impostos, inclusive apresentamos a proposta da criação de um selo de controle fiscal para combater práticas ilegais no mercado, neste sentido esperamos reciprocidade ao clamor da categoria que sofre com a sazonalidade e com a grande crise financeira que aflige toda classe empresarial gaúcha, diz o Presidente da AGEDAM, Sr. Manoel Dirceu Ribeiro Neto”

A Secretaria informou que haverá uma nova prorrogação do benefício fiscal sobre as embalagens de 20 litros, por mais um ano. O representante da ABINAM – Associação Brasileira de Águas Minerais aproveitou para solicitar a extensão do benefício para todas demais embalagens, diminuindo significativamente o peso dos impostos sobre o produto em geral.

AGEDAM OFÍCIO 20190515001