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BADESUL confirma presença no Seminário Gaúcho de Águas Minerais

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Na última quinta-feira, dia 06 de novembro, a diretoria da AGEDAM reuniu-se em audiência com a diretoria do BADESUL afim de convidar-lhes para ministrar palestra sobre “financiamentos e oportunidades” desenvolvidos pela instituição e pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul, durante a realização do I Seminário Gaúcho de Águas Minerais que tem o objetivo de qualificar e debater o setor produtivo da água mineral no estado.

O presidente Manoel Dirceu de Ribeiro Neto e o assessor Adilson Correia Di Silva, reuniram-se com o presidente Marcelo de Carvalho Lopes e com o Superintendente Maureci Bratti Bergler. O convite foi muito bem recebido pela instituição, onde o próprio presidente colocou-se a disposição em participar do Seminário, que alem de apresentar a instituição e as oportunidades de negócios disponíveis na mesma, também colocou-se a disposição de levar em sua pasta para missão empresarial para a China, a possibilidade de negociação das águas minerais gaúchas com o gigante da indústria mundial.

Segunda maior economia do mundo, a China vem pagando um elevado preço ambiental pelo boom econômico: ar poluído, terras contaminadas, áreas inabitáveis, desertificação e, naturalmente, uma séria crise de águia potável. O país tem apenas cerca de 6,5% dos recursos renováveis de água do planeta para sustentar 1/5 da população mundial.” (texto: Água, o bom exemplo chinês – site ABINAM)

A ideia de levar as águas gaúchas partiu da própria China que tem comprado o produto na Europa mas quer ampliar o leque de fornecedores pelo mundo, pois o país exporta grande quantidade de produtos manufaturados e mesmo importando grande quantidade de commodities, ainda levam milhares de contêineres vazios de volta. A Comitiva de empresários gaúchos visitarão a China entre os dias 07 a 17 de novembro e trarão maiores informações sobre esta possibilidade de negócios para as empresas associadas a AGEDAM.

presidente BADESUL – Marcelo Lopes

Marcelo Lopes é mestrado em engenharia de produção pela UFSC e já exerceu atividades como Secretário de políticas de informática junto ao Ministério de Ciência e Tecnologia; Assessor Especial da Casa Civil durante ministério de Dilma Rousseff; e está como presidente do BADESUL desde 2011.

Água mineral vai ter selo de qualidade do Inmetro

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Criação da certificação foi um pedido das fabricantes para aumentar a competitividade do setor. Produtos terão embalagem e conteúdo verificados

RIO – O consumidor que quiser ter certeza que a água mineral está dentro dos padrões de qualidade estabelecidos pela legislação do setor contará com a ajuda do Inmetro. O instituto publicou no mês passado, e já está em vigor, a Portaria 307/2014, que concederá um selo de qualidade às águas mineirais naturais e potáveis envasadas, vendidas em embalagens descartáveis e de vidro retornável que atenderem aos Requisitos de Avaliação da Conformidade estabelecidos pelo documento. A adesão por parte das fabricantes é voluntária, já que a regulamentação não foi motivada por constatação pela reguladora do setor de problemas na qualidade das águas envasadas no Brasil, explica Roberta Chamusca, técnica da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro. Ela conta que o pedido do selo partiu da própria indústria, que busca elevar a competitividade dos produtos feitos no país.

– O pedido de certificação partiu da Abinam (Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais) depois que delegações estrangeiras, por receio de consumir águas brasileiras, trouxeram de seus países a bebida, para o Panamericano (jogos que ocorreram no Rio em 2007). É uma forma de protegerem a competitividade delas. Dessa forma, os consumidores terão maior segurança sobre a qualidade do que estão consumindo – complementa Roberta.

Para obterem o Selo de Identificação da Conformidade, as águas mineral e a potável de mesa envasadas terão de ser aprovadas em uma série de testes feitos em certificadoras acreditadas pelo Inmetro. Serão realizadas desde a inspeção do rótulo e da tampa da embalagem, para verificar se há risco de adulteração do conteúdo, até a determinação das características químicas e microbiológicas das bebidas.

– São feitos testes para verificar se há presença de, pelo menos, cinco bactérias, além do tolerado pela legislação – informou a técnica do Inmetro.

Carlos Alberto Lancia, presidente e hidrogeólogo da Abinam, conta que, das 400 empresas de água mineral do país, pelo menos 10% delas, ou seja, 40 fabricantes, já sinalizaram que vão aderir à certificação. Ele acredita que, a partir dessas adesões, o restante das empresas também vão procurar se habilitar para receber o selo.

– Já temos maquinário adequado para recebermos a certificação. Só precisamos capacitar nosso pessoal para atender ao que pede a regulamentação, que torna ainda mais rígida as regras para o envase de água mineral, inclusive para o controle de bactérias.

Só este ano a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda de duas marcas de água mineral natural (Raposo e São Lourenço) por presença, além do permitido pela vigilância sanitária, da bactéria Pseudomonas aeruginosa. De acordo com a reguladora, a bactéria em quantidades como as identificadas nos lotes desses dois produtos pode afetar o sistema imunológico e causar infecção bacteriana. A proibição foi preventiva, tendo em vista que a reguladora não registrou nenhum caso de consumidor que tenha adoecido após consumidor as bebidas. Lancia rebate a informação da Anvisa, e diz que esta bactéria encontrada em quantidade além do permitido pela legislação não causa dano à saúde.

– Ela é comum, inclusive, na água de rede que chega às casas – complementa o presidente da entidade.

O processo de certificação inclui, ainda, auditorias na empresa responsável pelo envase da água, para avaliação dos requisitos de boas práticas de fabricação e o atendimento à legislação vigente.

De acordo com Roberta, como a portaria é recente e as certificadoras ainda precisam se adequar ao regulamento para começar a certificar as fabricantes. Nenhuma indústria requereu o selo ainda, informa. Ela acredita que os consumidores começarão a encontrar águas com selo a partir de 2015.

A certificação toma por base regulamentos da Anvisa e do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) do Ministério de Minas e Energia.
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